Os pesquisadores do IPT fizeram uma apresentação da agronometria efetivada do local e os procedimentos a serem realizados no desassoreamento do Lago.
Como já confirmado pelo secretario municipal de Meio Ambiente deveram ser tirados 21 mil metros cúbicos de sedimentos, e por causa das condições desfavoráveis do solo, é provável que o local necessite de barragens para evitar novos deslizamentos. "Todo o processo tem sido administrado com cautela, pois, alem de lidarmos com um solo instável, um projete ambientalmente correto, revisado geologicamente e geotecnicamente que evita riscos é repleto de detalhes e requer atenção e cuidado."
Agora, o processo passa pela fase de licenciamento, concluindo essa etapa começam os procedimentos licitatórios.
Segundo o IPT esse é um momento delicado, para a execução dos trabalhos de desassoreamento será necessário a elaboração de edital especifico, que seja capaz de filtrar, entre as empresas concorrentes , aquela que ofereça provas do conhecimento especializado e da competência para a execução correta do serviço.
Fonte: Jornal-Gazeta Bragantina
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